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Jardins do Palácio de Versalhes: a arte da simetria! Entenda por quê.     

O rei Luís XIV era apaixonado por belos jardins e acreditava que naquela época, em pleno século XVII, os jardins eram a mais pura expressão de poder e beleza da França. Era uma forma de impressionar os visitantes do Palácio com suas fontes, estátuas e formas geométricas.

Para construir essa extensão do Palácio de Luís XIV, o próprio rei escolheu o jardineiro André Le Nôtre, que começou seus ofícios em 1662 e ali permaneceu até a sua morte em 1700. Nesse tempo, o Palácio foi a casa também de Luís XV e Luís XVI, até que a residência oficial se mudou para Paris.

 

Ainda hoje, os jardins do Palácio de Versalhes mantém toda a sua beleza. A área se divide em duas partes, cada uma com cerda de 12 sub-jardins, com labirintos, bosques, lagos, esculturas, laranjais e cerca de 1400 fontes!

Durante os verões, período de mais visitação de turistas, as fontes são ligadas e pode-se inclusive ouvir música clássica enquanto se faz um passeio pelos jardins.

Já dissemos que para os reis daquela época, os jardins representavam poder e beleza. Mas qual é o verdadeiro significado de um jardim francês nos dias de hoje? Quais são suas características principais?

Os jardins franceses são uma arte de simetria. São lugares onde a ordem vence a desordem e a arquitetura domina a natureza selvagem. É uma verdadeira aula de ciências, já que tudo tem a ver com geometria, ótica e perspectivas.

No eixo central dos jardins de Versailles, por exemplo, existe o Grand Canal, com 1,7 km de comprimento e que foi construído para refletir o sol poente.

 

Nos jardins de Luís XIV, as plantas eram mantidas em vasos, para que pudessem ser trocadas com frequência, a fim de manter formas diferentes e sempre frescas o ano inteiro.

Hoje, esse santuário é Patrimônio Cultural da Unesco e são jardins públicos, sendo um dos lugares mais visitados da França.

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